Quem deseja explorar a mente do outro deve ter cuidado. Não existem limites para a imaginação.
A facilidade de ser quem se quer ser provém apenas de um reflexo de prazer. Ser actor do quotidiano é o resultado de mentiras. Não é uma fuga da identidade, mas sim uma forma de esconder a nossa personalidade.
Podem ler o que se vai escrever, mas cuidado para não formarem opiniões. São pensamentos, não têm uma razão de ser.
Julguem ou não, o prazer é a diversão imersa na solidão.